terça-feira, 1 de junho de 2010

Curso intensivo para a Copa


Sempre tem aquele cidadão que não entende nadica de nada de futebol,e de quatro em quatro anos, ele procura se inteirar do que rola nos gramados pra não dar uma de bobão quando torcer pela Seleção.

O perna de pau geralmente não sabe nem quem é o treinador, jogadores, seleções participantes, essas coisas. Ele é um cego num tiroteio. Coitado. Em um país como o Brasil onde 9 entre 10 garotos nascem com uma bola no pé, a exceção não quer ficar de fora do maior evento esportivo do planeta.

Eu até tinha postado aqui uma sugestão para os leigos ficarem por dentro do mundo da bola. Colecionar figurinhas da Copa, é divertido, é legal e entretêm. Entretanto, existe um modo de fazer tudo isso, porém com mais emoção: jogando play.

Bem, sou do tempo do Atari, Master System, m as também sou amante de um Play Station. Tive recentemente um Play Station 2, e a-do-ra-va. Jogava por vezes quando chegava do trabalho. A mulher é que não gostava muito naquele tempo, mas besteira.

Como todo fanático por futebol, eu curtia o legendário Winning Eleven, ou como queiram PES. Como eu jogava isso, nossa senhora. Ou melhor ainda curto. Só não jogo mais.

É uma excelente pedida para quem é chegado numa emoção. Você escolhe seu time, descobre dribles, faz gols inimagináveis, monta seu esquema tático, põe e tira jogadores. Você pode até criar um super jogador, selecionar seu próprio plantel em seu clube do coração. Já imaginou...Messi no Flamengo!!!! Só em vídeo game mesmo...rsrsrs

O game permite que conheça quem são as apostas pra Copa, suas potencialidades, detalhes. Ele realmente se supera pela perfeição de seu gráfico. O movimento do jogador, os chutes, dribles, expressões, reações dos atletas, comemorações. Tem tudo que um jogo tradicional dispõe.

Ficou com vontade de conferir? Eu garanto uma coisa, se você for agorinha comprar um Play e ao mesmo tempo comprar o jogo, eu te asseguro que até a Copa, você praticar todos os dias................você vai continuar sendo um perna de pau em futebol...rsrsrs. Só vai ficar melhor um pouquinho...rsrsrs.

Veneno destilado


O veneno mais poderoso do mundo é o da vespa do mar. Ela é capaz de matar 60 homens adultos em menos de 5 minutos. Mas não se preocupem, amigos, a vespa do mar é um tipo de medusa que vive apenas nos mares do Pacífico. Mas ao contrário do que se pensa, há venenos tão poderosos quanto o do cnidário marinho. E ele pode estar bem próximo da gente.

Ao invés do veloz veneno da vespa do mar, mas não menos mortal, o veneno plantado diariamente nos ouvidos de terceiros, por meio de fofocas, briguinhas, coisas pequenas, levam a tamanha desordem que parecem um ataque de mil medusas. Acreditem.

Ele age na calada. Na surdina ele infecta sua vítima. Seu veneno se espalha calmamente, penetra pelos ouvidos, ou mesmo pela leitura de mensagens subliminares. Toma conta sem perceber. Assim como uma ardilosa serpente, sua beleza fascina, seduz, porém tira a defesa de suas presas. Entre as cobras, a mais perigosa é a coral micrurus, que mata por insuficiência respiratória em quatro horas. Em menos tempo, a toxina humana da palavra nefasta causa moléstia ainda pior.

Por outro lado, gente deste tipo, quando se sentem ameaçadas agem com mais agressividade. Assim como a Naja Annulifera, nervosa, perigosa e fatal. Igualmente mata em pouquíssimos minutos.

Mas neste aspecto, os seres humanos peçonhentos saem perdendo. A cura para seu temido veneno é o tempo, pois ao contrário das cobras e demais animais venenos, eles não se picam, o ser humano venenoso sim. E o próprio veneno deste tipo de gente, volta contra si o mais rápido que se imagina.

O tempo passa, e como se sabe, o resultado da destilação, até de venenos, é melhor com o tempo. Quanto mais destilado melhor.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Alívio


É tarde. Estou cansado devido a um dia movimentado, mas com toda certeza, durmo hoje com um peso a menos nas costas. Sinto-me mais leve e com uma sensação de dever cumprido. Após semanas e mais semanas com um incômodo no coração, pude tirar a limpo algumas diferenças com uma pessoa que respeito bastante.

Sem expor ninguém, sei que o melhor foi feito. A conversa, o diálogo prevaleceu, e o melhor, o olho no olho. Como é bom desabafar. Expor diferenças, jogar as cartas na mesa do jogo da convivência. Jogar limpo.

Esse post em tom de desabafo serve de lição para nossos amigos leitores. Gente, se tiver alguma rusga com alguém, que fale. Exponha. Não permita que o tempo cure a ferida. Não deixe que a falta de um entendimento torne-se num fantasma em sua vida. Faz um mal enorme.

A paz, ela deve sim ser tentada, buscada a todo custo. O conflito não leva a lugar nenhum – ai se os americanos soubessem disso.

Mas reforço um ponto também. É necessário desarme de ambos os lados. É vital uma doação em mão dupla. O coração deve estar aberto nas duas vias da conversa. O querer resolver, o saber ouvir, aceitar, ceder, mudar. Logicamente não iremos dar murro em ponta de faca.

Para ajudar é preciso que queira ser ajudado. Fundamental! Não há como ser de outro modo.
A essa pessoa, essa minha amiga, louvo meus elogios, pelo ser humano, pela profissional que se tornou e pela sapiência que possui. Minhas congratulações e respeitos. Bem, sem formalidades, sou fã dela e a cada dia me torno cada vez mais.

Pela paz, pelo futuro, em nome da amizade. Palavras piegas, mas o sentimento é autêntico e sincero.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Pela paz


O diálogo sempre resolve! Parece um ultimato universal, mas vai tentar dizer isso pro Armhadnejad. Pois bem, nem sempre uma boa conversa resolve problemas encrostados. Esse é o sonho de todo pacifista e claro, de toda o mundo, né. Enfim...mas ouvi uma amiga minha zen dizer que a conversa jamais deve cessar, amém.


Você aí do outro lado, tem algum problema para resolver com algum sujeito? Claro, todos nós temos casos a resolver. As arestas são próprias do tempo. É quase que inevitável não tê-las. Não deixar os pingos nos 'is' é quase fatal para uma relação de amizade, namoro, o que for. Cabe em qualquer emaranhado que o bicho ser humano esteja enrrolado. Ô povinho difícil, viu...por nossa senhora!!!!


Não sou de desistir de estabelecer, reforçar ou salvar laços de amizade, porém, só insisto quando percebo um bem-querer, uma intenção da outra parte, caso for pra ficar dando murro em ponta de faca - não é comigo. Mas aviso logo, vou logo fazendo o 'vezinho' com os dedos da mão para mostrar que sou da paz.


Odeio briga, mas também odeio mais ainda sair dela sem dar ao menos um soco na cara do miserável. Calma, calma, esfriar os ânimos é preciso e vital para manter as aparências pelo menos. Conservar o respeito, os limites e a prudência é necessário, sem dúvida.


Amo muito, gente, mas também quando ponho pra odiar, o faço com a mesma intensidade. Deus me perdoe, conheço meu gênio....Mas como sempre....estou às ordens em nome da paz.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Opostos


Ter inimigos ou não? Pergunta besta, né. Pois bem, tem gente que só vive assim, criando inimigos, semeando a divisão. Dizem que viver sob pressão e diante do olhar da desconfiança, produz-se mais e melhor. Não sou bem adepto dessa vertente, prefiro conciliar mais.


De certo sabemos que as antíteses são da natureza e vão nos perseguir por todo sempre. Ter um antônimo perto de nós pra muitos é mais aprazível. Ouvi certa vez que é devemos estar sempre próximos de nossos inimigos.

Agora pensemos. Como seria nossa vida sem ninguém pra nos apurriar. Um tédio, né. O que seria do PSDB sem PT? O Yin e o Yang? Coringa e Batman? O preto e o branco? Deus e o Diabo? E por aí vai. Ter seu antagonista é até interessante. Nos policiamos, abrimos o olho. Ficamos em total estado de alerta, pois em cada vacilo...ele estará lá, em nosso pé.

No filme Corpo Fechado (2000), Breuce Willis vive um pré-super herói quase imortal. Sofreu diversos acidentes e jamais morreu. Sorte? Não sei. Todavia seu arquirrival é o personagem de Samuel L. Jackson, um rico empresário que viveu toda sua vida procurando sua cara-metade.

Segundo a teoria do vilão da história, Jackson, sempre quando se nascia alguém, um outro surgia com poderes, ou qualidade – como queiram – opostas a sua. E foi em nome dessa procura que o malvado cometia atentados em todo mundo em busca dessa pessoa indestrutível. Pois, o personagem de Samuel L. Jackson sofria de uma doença que fragilava seus ossos, deixando com ossos de vidro, como ele mesmo disse.Então, se temos ou não um inimigo, um outro alguém que seja nosso oposto, que seja, deixe-o lá ou perto. Fica a seu critério. Mas saiba....ele existe.

Nas telonas


Quem disse que Hollywood está vivendo uma crise de criatividade está correto. Claro, Guerra ao Terror, Avatar, Invictus, Grand Torino, entre outras produções são alguns hiatos que merecem louvor. Mas não registro isso em tom de indignação não. Gosto de filmes de ação e similares. E a fonte onde produtores e cineastas estão bebendo ultimamente são: os anos 80 e os jogos de vídeo game.


Ao ir ao cinema para assistir o novo Robin Hood, da dobradinha Ridley Scott e Russel Crowe, vi dois traillers que me deixaram inquietos na poltrona. Príncipe da Pérsia, baseado no game, e Esquadrão Classe A.

Quem não se lembra de B.A. e suas máquinas? Aquele negão de corte de cabelo invocado, o Mr. T., ele também fez o desafiante de Rocky Balboa, em Rocky III – Desafio Supremo. Quem assistia a Sessão da Tarde e as Séries Aventura, ambos da Globo, devem recordar. É da mesma temporada de McGyver. Ali coladinho. Tipo Casal 20, Keity Marrone, Miami Vice, tudo bem, tudo bem...anos 80 demais,né. Mas era massa.

Já, já nas telonas, você poderá curtir a versão cinematográfica do Esquadrão Classe A. E em Príncipe da Pérsia - As areias do tempo. O cowboy afeminado do Jake Gyllenhall, depois da morte de seu parceiro Ledger, tomou jeito de cabra macho e virou um tipo de Alladdim. Os gamemaníacos conhecem o jogo e são fãs também.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Chega dá arrepios...rsrs


Anarriê, anarriê, alavantu, alavantu, alavantu, anarriêêêê....quem é fã conhece. Esse é um trecho do refrão de uma das canções de Alcimar Monteiro. Um clássico em se tratando do clássico forró. As músicas do artista são as mais utilizadas para puxar as quadrilhas juninas pelo país a fora e como já estamos sentindo o cheiro do milho queimando, nada como uma boa quadrilha junina para dançar.


Ano passado também dediquei um post a essa tradição tão fortemente difundida pelo Nordeste. Dizem que as quadrilhas juninas surgiram ou têm raízes na corte européia, com suas danças, também ritmadas e ensaiadas. Eu não vejo muito cabimento nessa teoria. Simplesmente não me convence, mas enfim...seja lá onde ela tenha surgido é bom demais.

Seja numa quadrilha pega-na-rua ou numa turma profissional e bem estilizada, o que vale é se divertir. Vale arrastar o pé até gastar a sola do sapato, lustrar a fivela no vestido na moça e dançar até o dia raiar.

E pra não perder a oportunidade de ser piegas....rsrsrs.... “Viva ao São João”...rsrsrsrs