segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Portas abertas


Um pouco de futebol pra se falar. Primeiro, parabéns para os clubes cariocas que estão dando a volta por cima. Fluminense saiu da rabeta do Brasileirão, e o Flamengo pode até ser o campeão nacional. Vasco da Gama, campeão de Série B, está de volta à elite. E Botafogo...não cai mais, pelo menos isso.


Segundo: Corinthians campeão da Libertadores 2010. É um sonho possível. Não apenas pelos reforços que o time está elencando, mas também pela não confirmação dos dois maiores rivais dos clubes brasileiros no torneio continental. River Plate e Boca Juniors não estarão na Libertadores 2010. Ambos estão caindo pelas tabelas do torneio Apertura 2009/10.


Caminho aberto para os brazucas ganharem mais uma estrelinha dourada. Seja quem for!!!


E para os argentinos....toma!!!!!! Chupa que é de uva e senta que é de menta....

Por aí


Acordei cedo para dar início a uma rotina que preciso preservar. Fui andar na praia. Eram 6 da manhã quando pus meus pés nas areais claras de Maragogi, litoral Norte de Alagoas. Se não fosse apenas pela questão ‘saúde’ já valeria, mas a beleza do cenário que presenciei era a representação do paraíso ou algo parecido.


Começei lentamente e fui apenas admirando o que estamos diante de meus olhos. A água morninha batia em minhas pernas e a areia plana facilitava o percurso. Ao lado, o mar me chamava para um banho tentador, a claridade do sol não era desconfortante, o vento batendo no corpo me refrescava e assim ganhava mais ânimo e fôlego pra encarar mais alguns metros de areia.

O mar verdejante arrancava um sorriso da minha cara e ao mesmo tempo eu tinha aquela confirmação: Deus existe. E Ele caprichou em particular em Alagoas. Como era cedo os barcos dos pescadores, jangadas e afins ainda estavam ancorados na costa. E silhueta deles quando o sol tentava se esconder atrás deles criava um verdadeiro quadro de Monet.

Já arriscando um ritmo mais forte na corrida, não conseguia parar de olhar para esse marzão que insiste em nos chamar. Que verde é esse gente. Puxa vida, é inesquecível! São imagens como essas que fazem a gente ficar mais exigentes quando o tema é beleza turística.E diretamente de Maragogi encerro meu post de hoje. Depois tem mais....

sábado, 28 de novembro de 2009

Hoje é dia de festa

Hoje é dia do Prêmio Banco do Brasil de Jornalismo. É a festa mais esperada do ano para os comunicadores alagoanos. Os melhores trabalhos do ano são premiados em diversas categorias.

Particularmente é quando encontro com colegas profissionais que encontramos apenas por telefone, e-mails, msn, ou cobrindo pautas. Claro, não pode ficar de fora aquela velha fofoca: vagas de trabalho, oportunidades, trabalhos legais, quem tá atuando, quem não está. Enfim, as novas do panorama jornalístico local.

Depois conto tudo por aqui!!!

Pé na estrada


Foi assim de repente. Decidimos pegar a estrada e ir até onde o combustível nos levasse. Com nada previsto fomos parar no Xingó Parque Hotel, no município de Canindé do São Francisco, em Sergipe. Eu sempre fui meio pragmático e previsível, porém Heverlane acabou me convencendo a mudar esse metodismo. Acabei gostando da ideia.
Eu então apresentei o Sertão alagoano à ela. Aquele calor, aquela imensidão amarela de aridez, nem tão calamitosa assim, pois a vegetação está verdejante devido a chuvas recentes. É um ambiente que me agrada, os açudes cheios, o gado comendo, e as crianças brincando em meio a estrada, enfim. Retrata os bons tempos do sertanejo.

Após quase quatro horas ao volante descansamos para conhecer nosso destino na região. Conhecemos o cânion do Rio São Francisco. Beleza igual só indo lá pra acreditar. Aquela imensidão de água, que abastece energeticamente o Nordeste fascina qualquer turista.
As formações rochosas esculpidas pelo tempo enchem nossos olhos de tamanha perfeição. Após uma hora de barco chegamos a Gruta do Talhado. O local recebe este nome devido aos detalhes que as rochas ganharam ao decorrer dos anos. “Parecem talhadas à mão”, diz o guia.

Huuuuuummmm, um mergulho no Rio da Integração Nacional faz qualquer um ficar com o gosto de quero mais e ninguém mais quer sair. Tanto é que pra gente sair da água foi problema. Fomos os últimos a embarcar. Mais uma vez testemunhamos o talento que a natureza tem em nos surpreender. Maravilhosa imensidão azul represada pelo homem é de fascinar a quem visita aquelas bandas.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Uma boa pedida


Em férias nossa cabeça fica voando e planejando terras e mares para navegar. Lembrei esta tarde de umas férias que passei em Natal. Minha primeira estada na capital potiguar foi em 1996, e em seguida retornei em 2002. A cidade é maravilhosa e tem seus problemas como qualquer outra capital brasileira. Besteira.
Lá temos pra visitar o maior cajueiro do mundo e as belíssimas praias como o Morro do Careca, Ponta Negra, Praia de Pipa, enfim. São excelentes praias, assim como as alagoanas, porém nenhuma que se compare pra ser honesto com as nossas.

Em especial fiquei apaixonado por Genipabu. É uma praia incomum. Suas dunas com areias brancas formando traços majestosos no chão. Andei à cavalo na praia, mas ainda há opção de buggys. Para quem quer sentir a areia entre os dedos, aconselho subir a pé as dunas. Auxiliados por uma corda, a subida é cansativa e os pequeninos grãos de areia, que ganham força pelo vento, doem bastante ao bater em nossas canelas.

O pôr do sol ao chegar ao topo das dunas é qualquer coisa de fenomenal e hipnotizante, e representa uma grande recompensa pelo esforço. De duna a dentro, nas lagoas que se formam, ainda tem o 'esqui bunda', onde os turistas sentados em um pedaço de madeira descem a duna e se espatifam na água. É bem legal. Vale ingresso.

A noite na cidade é outra atração. A comida é cara, como em todas as capitais praieiras do Nordeste. Até por que os turistas não conhecem os lugares que têm a comida mais gostosa e mais em conta. Fica pra próxima....quem sabe!!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Tempo pra mim


Tempo, tempo, tempo! Todo mundo precisa de um tempo, um hiato, um espaço para refletir, descansar, desligar. É vital e faz muito bem a saúde. Admito que sou um workholic inveterado, não consigo ficar sem pensar no trabalho. Olho pro lado, ando pelas ruas, e fico pensando em pautas, fotos, imagens. Dá até canseira. Mas calmaê, to me educando e me controlando, até por que estou em stand by até dezembro.

Os posts não vão terminar aqui, claro, é um vício salutar que não consigo me livrar. Escrever é status permanente de um jornalista. E não fujo à regra.

Aprendi com um jornalista medalhão que para você ter sossego mesmo nas férias é preciso se desligar de fato. Esquecer celular, televisão, rádio, internet, tudo. Sumir do mundo e voltar à idade da pedra.

Bem, seguir à risca tal apagão jornalístico é quase impossível hoje em dia, porém, vamos tentar.
E como diria uma colega minha: É hora do recreio!

É tempo de namorar, curtição, cerveja, sol, nada pra fazer, sombra, água de coco, tira gosto, praia, esporte, brindes à vida, telefones desligados, areia, vento na cara, piscina, estrada e fazer o que der na telha!!!!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Que nossa senhora ilumine o interior


Foto ilustrativa

Nesta segunda-feira, 23, minha querida Satuba festeja a sua santa padroeira Nossa Senhora da Guia. Foi realizada hoje também a tradicional procissão pelas ruas da cidade, infelizmente não pude participar. Estive me despedindo do meu povo do trabalho. Minhas férias estão à vista.

Mas voltando...como autêntico garoto do interior, sou eu e festa em interior. Fico como pinto no lixo. É minha casa, são os meus, todo mundo se conhece. É aquela festa. Ao chegar em Satuba fui dar um rolé pela praça central. Claro, tudo acontece ao redor da praçinha nas cidades dos cafundós do país, muito natural e muito legal.

Primeiro veio aquela sensação que nada mais é como antes. Ando pela praça e não conheço ninguém. São apenas aqueles pivetes que em meu tempo ainda usavam fralda ou brincavam de carrinho. A malícia não tinha chegado a eles. Tadinhos tão inocentes. Enfim...passando por essa melancolia triste que me mostra o peso do tempo, vejo pulando no castelinho de balão uma cena maravilhosa e muito divertida.

Vi minha sobrinha de quatro anos com um sorrisão estampado no rosto, pulando toda vida, nem aí pra mãe dela que angustiada a esperava na porta do brinquedo. Ela me remeteu a um tempo que era eu que estava ali dentro brincando. Bateu saudades. Putz, como era bom.

Dos amigos antigos da cidade, só as saudades ficaram. Todo casaram. Filhos e a idade vieram e nos afastaram. Os empregos e as oportunidades os chamaram para outros caminhos. Alguns trajetos difusos demais eliminando quase que totalmente a chance de se ver e matar as saudades.

O gosto de fel saudoso veio na boca. Engoli seco, mas meus olhos brilharam com tamanha felicidade da minha guria ali pulando no castelinho de balão inflável. O melhor do dia naqueles bons tempos era isso: brincar, esquecer da hora, suar, correr e pular. Espero que ela curta tanto quanto eu a sua infância.

Ainda bem que ela no interior desfruta de um clima extremamente propício à diversão. Que ela construa amizades sólidas, inesquecíveis e com elas faça um caminho doce e singelo, para assim como eu lembrar com nostalgia dos tempos legais das festas de casa.