segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Não só eu percebo isso...vejam também

Extraído da coluna do Ancelmo Gois, em O Globo.

De lá para cá... Lula, hoje, é mestre na arte de ganhar inclusive em grotões.

Rei dos grotões Lula aprendeu muito nestes exatos 20 anos que se passaram desde a derrota para Collor, em 1989.

Veja o que ele disse numa entrevista à revista “Caros Amigos”, em 2000, sobre o fato de “a direita sempre ganhar nos grotões”: Tenho a vontade maluca de um dia ir numa cidade chamada Teotônio Vilela, em Alagoas.O Collor teve 90% dos votos lá. Quero saber o que justifica um povo daqueles votar no Collor.

De lá para cá... Lula, hoje, é mestre na arte de ganhar inclusive em grotões.

Lições, mais lições para nós


Foi num novembro, só que em 2006, tinha saído de um show da banda Eek, de meu amigo irmão Diogo Braz. Excepcionalmente não tinha bebido, estava sozinho no show, outros amigos chegaram depois, mas nada de tempo que merecesse compartilhar algumas cervejas.

Foi então que ao fim do show cumprimentei meu amigo, tiramos fotos, comentamos sobre a música, arranjos, a aceitação do público de baixo, essas coisas do pós-show. Peguei o carro e toquei pra casa. Entretanto lembrei-me que tinha uma festa à beira da lagoa em Coqueiro Seco.

Sozinho, como sempre, peguei a estrada e segui meu destino dançante de fim de noite. Como todo sábado a noite, todo mundo muito disposto a se permitir, eu como bom solteiro na época também estava, acabei encontrando com amigos de minha Satuba. O movimento foi até legal, muito tranquilo tomei uma coca-cola e fiquei numa mesa fincada na areia iluminada por canhões reluzentes de luz.

Gente bonita e gente nem tão bonita se misturavam, mas já era fim da festa e todos se aprontavam para voltar pra casa. Chamei mais três colegas da cidade como caronas. Enfim. A estrada, já conhecida de anos, era sinuosa e feita de paralelepípedos. É o caminho entre Coqueiro Seco e Satuba, ambas na região Metropolitana de Maceió.

As canas ditavam o caminho das curvas. Era noite escura de lua nova. Brêu geral. Só que na mais perigosa das curvas, a última para chegar no município de Santa Luzia do Norte, uma bifurcação dividia os caminhos. O de barro seguia num caminho errado, e o pavimetado era o correto para seguir à Maceió.

Antes desta bifurcação existe, até hoje, um aclive que impede de ver a divisão. Foi então que ao passar a baixada e chegar em cima, avisto um gol modelo ‘bola’ dando uma ré, por ter errado o caminho da capital. Aí já viu, né. Sentei o pé no freio com todas minhas forças, e segurei o volante com ainda mais força, chegando a entortá-lo. A batida foi inevitável. Acabei com a frente do scort último modelo. Ambos os carros tripulados, graças ninguém ficou ferido gravemente.

Susto nunca antes assim tinha sentido. Estava pálido e surpreso. Preocupei-me nem comigo, mas com as demais vítimas. Olhei ao redor, vi meus colegas bem, apenas com cortes leves e pancadas. Tirei o sinto e fui no carro da frente. Nada também de grave.

Como era fim de noite, meus primos logo chegaram e me socorreram e aos meus colegas. Meu pai na época pagou por todos os prejuízos e o seguro também. A reação de meu pai foi surpreendente. Calmamente, questionou se estava bem e depois foi tomar um uísque comigo e meu primo Juninho, em sua casa, já pela manhã após a fatídica madrugada traumatizante.

Como filho que nunca deu prejuízo à família, cobri-me de vergonha, e me refugiei por alguns dias em Recife-PE. Do trauma fiquei curado, mas sempre quando fechava os olhos naqueles dias de novembro, enxergava aqueles instantes terríveis.

É lição meu povo. Conto essa história para servir de exemplo para todos nós que dirigimos diariamente e precisamos de atenção triplicada ao volante. Não apenas por nós, mas pelos alheios. Até aqueles que insistem em andar lentamente na mão da esquerda. Nem sei como esse povo tirou carta, mas enfim. Deus abençoe a todos.

sábado, 14 de novembro de 2009

As entranhas do Rei Sol


Aos alagoanos de boa vontade e de boa cabeça devem ficar ligados e pegar pra ler a mais recente edição da IstoÉ. É que a ex-primeira dama do país, Rosane Malta (Ex-Collor) soltou o verbo e abriu a caixa de pandora, ou melhor, parte dela.

Para não ser sensacionalista, é melhor ver pra crer. Rosane fala da suposta declaração de imposto de Renda falsa que o ex-presidente e atual senador da República apresenta ao Leão todos os anos.

A ex-mulher mais poderosa do país fala da mudança de patamar de vida e da pensão alimentícia dela que está em atraso a cerca de um ano. Carros de luxo, mansões, dinheiro, muito dinheiro, tudo isso está em jogo e mais do que nunca, ela escancara a real personalidade de Collor.

De certo a edição da revista mostra um lado fútil de Rosane, mas serve para apresentar ao povo alagoano quem é de fato o senador que muitos elegeram, e que pretende, sem dúvida, voltar ao governo do Estado, que ele ajudou a assolar.

Sem meias delongas, confiram o que ela tem a dizer. As verdades sobre o Rei Sol estão vindo à tona....Era assim que os irmãos se referiam ao jovem prefeito, governador, presidente e atual senador.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Hoje é sexta 13? Nem sabia....rsrsrs

Assunto superado. Sexta-feira 13 já foi lá assunto de pano pra manga para superticiosos e demais figuras cabalísticas. Antigamente a mídia, que determina muito do que conversamos e fazemos, nem dá mais aquela atenção monstruosa as supertições e mandingas.

Gato preto, passar por baixo de escada, má sorte, ataque de lobisomem, ouvia muito disso no interior, enfim. Foi-se o tempo. Eram tempos em uma pirralhada ficava atenta ouvindo lendas e fábulas mil sobre manifestações demoníacas nos campos e matas do interior.

Personagens do imaginário popular como Curipira e Fogo corredor, frequentes figuras das conversas de beira de esquina, que ao cair da lua em descampados esquisitos teimam em se manifestar.

Bem, coisas divertidas do passado que já foram!!!! São outros tempos

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Tá chegando....

Divulgação (Comunidade do Orkut)

A PEC dos Jornalistas, proposta do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) que restabelece a obrigatoriedade do diploma de jornalismo, foi aprovada nesta quarta-feira (11) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Não foi necessária votação nominal, tendo sido feita por orientação das bancadas dos partidos, em que apenas o PSDB se posicionou contrário à admissibilidade da proposição.

A partir de agora, a PEC dos Jornalistas será remetida à análise de uma Comissão Especial, antes de ir à votação no plenário da Câmara. Ainda na tarde de quarta, o deputado Paulo Pimenta, a líder da Frente Parlamentar em defesa do diploma, Rebeca Garcia (PP-AM), e representantes da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) pretendem se reunir com o presidente da Casa, Michel Temer, com a finalidade de solicitar agilidade na formação da Comissão Especial.

Para o deputado Paulo Pimenta, as tentativas de impedir a votação da PEC na Comissão de Constituição e Justiça e ações como a da Associação Nacional de Jornais (ANJ), que buscavam desqualificar as iniciativas do Congresso Nacional em favor do diploma, fracassaram devido à reação massiva da sociedade brasileira.

”O resultado favorável na CCJ é fruto dessa mobilização, que ocorreu pela internet, onde foi possível ampliar democraticamente o debate, já que os meios de comunicação tradicionais se omitiram diante da decisão do Supremo Tribunal Federal”, comemorou Pimenta a aprovação da PEC.

Após a sessão da CCJ, Pimenta esteve reunido com o senador Antônio Carlos Valadares, também autor de uma Proposta de Emenda à Constituição no Senado Federal que estabelece a exigência constitucional do diploma de jornalismo. Pimenta e Valadares informaram que pretendem unificar as redações das PECs, o que possibilitaria uma tramitação mais ágil, já que aprovadas separadamente em cada Casa Legislativa, a Proposta da Câmara não necessitaria de aprovação no Senado e vice-versa.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Jornalismo com humor? Dá certo?


Observo de uns tempos pra cá que os humorísticos tem abordado mais fortemente o traquejo com a informação, e de humorísticos têm se tornado programas que destacam a notícia de fato com um tom cômico. Mas fico me questionando até onde podemos considerar como jornalismo essa gostosa brincadeira.

Creio que o maior exemplo nesta seara é o CQC da Band. Jornalismo como prestação de serviço e de informação, os meninos do programa são mestres nisso. É a pedida básica do jornalista Marcelo Tas, o regente da trup. O restante nem deve ser jornalista, não sei a formação deles, confesso, mas a abordagem dos fatos é interessante. Há de se reconhecer que a linha é tênue, estreita demais, a matéria pode descambar para um Casseta e Planeta melhorado.

De fato que o programa da Band, recordista de audiência nas segundas-feiras, não pretende fazer uma enfadonha cobertura sobre a política em Brasília e os acontecimentos que rolam por aí. É o segredo deles. Sempre pôr aquele tempero na informação, algo que torne a notícia mais atrativa para o grande público, ainda leigo e desinteressado dos assuntos importantes.

O novo jornalismo, ou melhor, o jornalismo feito atualmente necessita disto: noticiar, mas não apenas noticiar pura e simplesmente, mas com efeito, com estilo e marca. Adornos? Enfeites? Não, sem xiliques ou subterfúgios, com elementos que façam o povo se informar.

Dá graça de ver perguntas lúdicas e de duplo sentido em assuntos sérios. A mídia dita 'séria', a geralzona, fica puta da vida com os camaradas. Mas enfim, todos estão trabalhando, não é brincadeira. Pode até parecer, mas não o é.

Paulo Bonfá e Marco Bianchi, do Rock Gol da MTV, fazem o mesmo porém em outro segmento. A cobertura esportiva é séria, eles relatam o apurado dos campeonatos, é óbvio que com uma carga humorística muito maior, mas eles falam, entrevistam atletas, torcedores, enfim. Passam a notícia à frente.

O importante é fazer com que o público entenda a mensagem. O profissional deve seguir a linha da verdade, os fatos, o respeito à sociedade, isenção, a qualidade, genialidade; ou melhor, sob os ditâmes do bom e velho jornalismo. Ser criativo e utilizar essa arma em prol do povo.

Parabéns para aqueles que conseguem trilhar essa linha.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O dia em que o Brasil parou


O caos se instalou em boa parte do país, ou melhor no coração financeiro e social do país. Para o desespero de blogueiros, twiteiros, viciados em net, messeneiros, toda essa galera entrou em pânico na noite desta terça-feira. Itaipu deu pau, e ninguém sabe por quê. Resultado: Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Distrito Federal, mais oito estados; e mais Argentina, e Paraguai sem energia.Só quem tem celular com net que continuava com vida na web.


Segundo entrevista do ministro Edison Lobão, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás ficaram na escuridão total. Porém, moradores de Mato Grosso e Pernambuco também relataram falta de energia. É o caos! Pode crer.


A raça humana é escrava da energia. São em tempos assim que entendemos a necessidade de uma vela acesa. Apagão parecido no país apenas em 1999, durou quatro horas. O que fazer? Nada. Somos reféns da tecnologia e isso não tem volta. Fudeu.


De acordo com o Jornal da Globo, Sul, Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste foram afetados. Ou seja, o Brasil parou! Os twiteiros paulistas disseram que até celulares pararam. É o apocalipse. E o Governo não disse nada, não sabe de nada como sempre!


No breu do apagão, assaltos e arrombamentos tomaram conta das grandes cidades. E como se não bastasse como um presságio, passa o trailler na tevê de '2012', que prevê o fim do mundo. Putzzz