quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Dicas sobre estagiários (e para eles)


1 - Cuidado ao tratar um estagiário, amanhã ele pode ser seu chefe;

2 - Esse lance de 'escraviário' está fora de moda, ele é tão profissional quanto você, basta aprender;

3 - Não, ele não é seu secretário e faz tudo que você quiser;

4 - Também não, ele (ou ela) não é seu possível amante;

5 - Mais cuidado ainda, seu estagiário pode se tornar tão bom quanto você e pode pegar seu emprego (Se ligue);

6 - Há estagiários e estagiários: uns querem algo na vida, outros estão apenas de passagem;

7 - E estagiários: leiam, leiam, leiam, e leiam muito;

8 - Ele vai te perseguir, mas não cometa micos (isso pode ficar pra sempre);

9 - Jamais liguem para redações ou assessorias sem saber do assunto;

10 - Conheça tudo sobre sua empresa ou local de trabalho (é uma arma pra você);

11 - Crie uma agenda sua de contatos, e-mails, fontes;

12 - Faça amizades (isso pode mudar sua vida);

13 - Escolha bem seus caminhos, eles podem não dar retorno pra ti;

14 - Não se choque quando seus antigos mestres te decepcionarem;

15 - Crie uma fama, eles vão te cobrar por isso;

16 - Especialize-se, sempre. Jamais se acomode;

17 - Não confiem em ninguém;

18 - Convites vão chover, saiba escolhe-los;

19 - Queira e consiga ser o melhor;

20 - Aprenda tudo até o fim da vida.....o resto...continua sendo o resto

Lembranças (vai dizer que não se lembra?)

BREVE LEMBRANÇA DOS TEMPOS DE COLLOR

Plano Collor - No dia seguinte ao da posse, ocorrida em 15 de março de 1990, o Presidente lançou seu programa de estabilização, o plano Collor, baseado em um gigantesco e inédito confisco monetário, congelamento temporário de preços e salários e reformulação dos í­ndices de correção monetária. Em seguida, tomou medidas duras de enxugamento da máquina estatal, como a demissão em massa de funcionários públicos e a extinção de autarquias, fundações e empresas públicas. Ao mesmo tempo, anunciou providências para abrir a economia nacional e competição externa, facilitando a entrada de mercadorias e capitais estrangeiros no paí­s.

Os planos de modernização econômica e de reforma adminsitrativa são bem recebidos, em geral. As elites políticas e empresariais apoiaram a desregulamentação da economia e a redução da intervenção estatal no setor.

Corrupção - Mas, já em 1991, as dificuldades encontradas pelo plano de estabilizacão, que não acabou com a inflação e aumentou a recessão, começaram a minar o governo. Circulam suspeitas de envolvimento de ministros e altos funcionários em uma grande rede de corrupção. Até a primeira-dama, Rosane Collor, dirirgente da LBA, foi acusada de malversação do dinheiro público e de favorecimento ilícito a seus familiares. (AÍ É DEMAIS).

As suspeitas transformaram-se em denúncias graças a uma intensa campanha da imprensa. Em 25 de abril de 1992, Pedro Collor, irmão do Presidente, deu uma explosiva entrevista a revista "Veja". Nela, falou sobre o "esquema PC" de tráf¡fico de influencia e de irregularidades financeiras organizadas pelo empresário Paulo César Farias, amigo de Collor e caixa de sua campanha eleitoral. A reportagem teve enorme repercussão e a partir daí­ surgiram novas revelações sobre irregularidades no governo. Em 26 de maio, o Congresso nacional instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de irregularidades. Logo depois, a revista "ISTO É" publicou uma entrevista de Eriberto França, motorista da secretária de Collor, Ana Acioli. Ele confirmou que as empresas de PC faziam depósitos com regularidade nas contas fantasmas movimentadas pela secretária. Essas informações atingiram diretamente o Presidente.

Impeachment - Surgiram manifestações populares em todo o paí­s. Os estudantes organizaram diversas passeatas pedindo o Impeachment do Presidente. Depois de um penoso processo de apuração e confirmação das acusaçoes e da mobilização de amplos setores da sociedade por todo o país, o Congresso Nacional, pressionado pela população, votou o impeachment (impedimento) presidencial. Primeiramente, o processo foi apreciado na Câmara dos Deputados, em 29 de setembro de 1992, e, depois, no Senado Federal, em 29 de dezembro de 1992. O Parlamento decidiu afastar Collor do cargo de Presidente da República e seus direitos políticos são cassados por oito anos. Foi também denunciado pela Procuradoria-Geral da República pelos crimes de formação de quadrilha e de corrupção.

Agora me respondam, é este o governador que queremos para governar nosso Estado??? Pensem nisso e não cometam tamanho erro. Repassem por favor.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Tensão? que nada...


A forte exigência no trabalho passou longe de ser uma exclusividade apenas masculina. É se é pra ter direitos iguais, a carga de trabalho também é igual. Perdoe o comentário machista, mas não foi por mal. A brincadeira se deve por que uma pesquisa da publicada na British Medical Journal diz que mulheres sobre forte tensão no trabalho, expostas a uma pesada carga de trabalho, apresentam os piores prognósticos de saúde.

É uma relação até que lógica. Não apenas as mulheres, mas nós machos também. Se o camarada só vive ali na fixação, atenção e pressão psicológica por acertar, não errar, tudo isso culmina num desgaste físico e logicamente mental.

Em períodos de longa exposição a esse tipo de situação, seja homem ou mulher, não há quem suporte. Você chora, adoece, emagrace, engorda, cefaleia, enfim, você vira um caco. Aí lascou. A pesquisa até citou a queda de nosso convívio social. Claro, o camarada doente vai pra onde? Ele só quer saber de cama pra descansar - acho que já vi esse filme.

Os autores da pesquisa dizem que a saída é uma terapia com relaxamento. Bem, eu sei bem qual o caminho.....uma boa cerveja gelada ou alguns dias de 'off' pra esfriar a cuca.

Mas é sério. Quando estamos nessa 'drena' constante e estamos prestes a ter um surto psicótico, por favor. Parem. Respirem. Vá arrumar uma gaveta. Beba água. Tome ar puro. Estique o pescoço, de um lado pro outro. Alongue os dedos, punhos, braços. Faça o sangue fluir. Relaxe um pouco. E mais uma vez, respire fundo.

Bem, os estudiosos ainda dizem: nada de computador em casa!!!!! Aff, e agora?

Tente também....

Depois de um estafante dia de trabalho, após uma enxaqueca infernal, tontura, e tudo mais, o que qualquer profissional faria ao sair do trabalho? Nada, né. Ou melhor, pegaria um happy hour, aquela breja gelada. Parece até psicológico, mas eu fiz apenas pegar a estrada, ligar o som numa música legal e começei a cantar. É bobo, mas funciona. Pode tentar.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Escuridão branca


Bem ao estilo dos antigos escritores românticos, não pelo talento (longe disso), mas pelas condições - à luz de vela - dou vazão a minha veia jornalística de não querer parar de escrever. É, visto que, na região Metropolitana de uma capital de Estado falta energia! Mas isso é outra história....

Mesmo sem energia. Tomado pelo breu na noite de segunda-feira fui ler o Curral da Morte, do jornalista Jorge Oliveira. Depois conto mais sobre a obra, parei de lê-lo por enquanto, pelo menos por essa noite. É que em meio à penumbra da vela, observo o vulto da lua chegando na minha janela.

É algo tão singelo, tão simplório, que não percebemos tal beleza no dia a dia. As luzes da cidade, de nossas casas, prédios e carros não permitem que admiremos a grandiosidade de um céu negro e luminoso.

Fazia um bom tempo que não admirava o céu assim, tão belo. Noite de lua linda, clara como o dia, porém com um escuridão nítida. Dizem as crendices populares do Nordeste que quando uma luz se apaga aqui embaixo, outra se ascende no alto.

É lindo. Sinta a paz. Não há tamanho poder de descrição que possa dizer a beleza do céu estrelado. Preto porém radiante ao mesmo tempo. Lembrou-me até o luar do Sertão, aquele que tanto tenho saudade.

Coloquei-me na janela de meu quarto para ouvir aquele silêncio, que o interior ainda nos dá. Parado, olhando, percebo a vagarosa velocidade das nuvens que sem pressa seguem o seu destino. No seu rastro, ficam latejantes estrelas tentando duelar com a luz da lua. Bobagem.

A onipotência e onipresença da lua na imensidão da noite é inconteste. Nem o vazio galático da noite ofusca seu brilho. Pequenina, lá em cima, branca radiosa faz a gente sossegar. Xiiiii, chegou energia!!!!!

Cadê o tempo?


O blog ainda pulsa. Ele tá vivo, sim! Saudades de escrever com mais liberdade e não apenas em 140 caracteres. De fato o twitter é o ladrão dos dias. É viciante mesmo. O problema é que este mês eleitoral, o dia tá muito curto. Como queria mais seis horas.

Nem meus DVDs tenho tempo de ver mais, que lástima. Como vou poder criticar ou indicar algo pro povo? E mais...meu corpo pede movimentação. Ficar sentado teclando o dia inteiro, lendo, editando, ligando, não há quem suporte tamanha estafa.

Desde os 5 anos pratiquei esportes, meu futebolzinho e minha natação já eram. Tá certo que estamos naquela fase de firmação de nome, afinco de trabalho para marcar território, essas coisas. Tornei-me um workholic convicto.

Porém, assustei-me ao assistir uma palestra onde o psicoterapeuta disse que mais da metade dos jornalistas morrem antes dos 50 anos devido a complicações no coração. Estresse, sedentarismo, agruras diárias, enfim, cada elemento desse contribui para, no mínimo, você criar uma úlcera.

O jeito é relaxar mais. Descontrair-se. Relevar mais. Perdoar. Abrir o coração. Namorar. Beber com amigos. Rir mais....a vida já é curta demais, e com o corpo cansado, ela dever ser ainda menor.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Virei gente, agora sou twitteiro

Além de blogueiro, hoje me tornei twitteiro! Finalmente me rendi a ferramenta mais comentada dos últimos anos. Correndo o mundo mais rapidamente que a gripe A, o twitter tomou conta da vida contemporânea de um jeito - que o diga o Obama - que de fato o planeta é outro com os 140 caracteres.

Ainda estou tateando, aprendendo os macetes e reaprendendo o cotidiano sob a vigilância do twitter. Apesar de ser um mecanismo de comunicação estupendo, relutei pela exacerbada exposição. Tanto é que virou uma zona de batalha de ideias e posições. Políticos e marqueteiros perceberam isso e não ficaram de fora.

Fuçando aqui e ali, vou vendo o melhor modo de usar o twitter a meu favor. Divulgação de opniões, pensamentos (nem todos), sentimentos (muito menos), planos e projetos, dia a dia, pode até ser. Mas vou vendo os colegas, as experiências de sucesso. Gente que conseguiu êxito nesse campo minado da conexão constante.

Finalmente encontramos o modo de assim como em Matrix, não desplugamos. Estamos ligados 24 horas a uma máquina, seja que tamanho for, um net book, palm, ou simples smart fone. Não importa. Digo por mim, nessas primeiras horas de twitteiro, aos trancos e barrancos posto minhas bobices e aos poucos vou marcando território.

Ah, quem quiser me seguir: @caduepifanio