quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Jamais

E-mail que faço questão de distribuir...

CAMPANHA COLLOR NUNCA MAIS



O dia 11 de agosto foi a data escolhida por entidades sindicais, comunitárias e estudantis para deflagrar em Alagoas a campanha “Collor Nunca Mais”, contrária à candidatura do ex-presidente Fernando Collor (PTB) ao governo do Estado.

A manifestação será realizada a partir das 9h na Praça Sinimbú, em frente ao edifício sede do TRE de Alagoas, no centro da capital Maceió.


Esse manifesto será impresso e distribuído, para que o povo alagoano tome conhecimento de quem é Fernando Collor, que só aparece de quatro em quatro anos, usando o nome do povo em vão, fazendo ameaças aos jornalistas e intimidando seus opositores antes de chegar ao governo. O objetivo é “denunciar a forma truculenta e arbitrária de fazer política do senador Fernando Collor".


O projeto deLLe é pessoal, projeto de poder para poder vingar. ELLE não é normal ! ! !

Vamos Ajudar na divulgação dessa campanha.Passe esse email para seus amigos e faça seu papel de cidadão consciente.

Acorda Alagoas..... COLLOR NUNCA MAIS.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Flagras do jornalismo alagoano II

Mais próximo impossível, Maikel (Gazeta de Alagoas)...rsrsrs


É a fome Valderi (PMDB/AL)

Chefa Eliane Aquino (Adjunta Secom/AL) curte um hip hop

Preste atenção, Maikel - papo entre Eliane Aquino e Maikel Marques


Jana Ribeiro fazendo sala para Sidney Tenório (Tudo na Hora) e Marco Aurélio Mello (Tv Pajuçara)

"É assim que se faz jornalismo....", né Warner (Rádio Gazeta)


Quem tirou a foto do fotógrafo Neno Canuto?


Flavinha Batista (IMA e O Jornal) e seu olhar de abelha


Clau Soares (Uneal).....o que é isso, menina???

Nova seleção.....depois, depois

Flagras

Vamos começar uma série de fotinhas de nossos colegas da imprensa. Aqueles que no dia a dia fazem as fotos, os textos, enfim, produzem a mídia alagoana.

Petronio (Tribuna Independente) e sua simpatia de sempre


Flavinha(AL 24 Horas) em tempos de presídio


Luciana Buarque (Secom) já chegou pautada


Mirela (Assistência Social Estado) não perde flash (ou uma ligação!!!)


Flavinha Batista (IMA) de olho na notícia


Depois de um dia de pauta....encontramos uma lan house em Pirnhas, Sertão de Alagoas

Ana Paula (Educação estadual), a paisagem é lá, mulher....olha a pose


Geralmente o que ele fala, eu não gosto. Certamente, ele soltou outra pérola. Olha a minha cara
Desce daí, Lêdo (Gazeta de Alagoas)


Anota tudo Thais


Segura Thiago Sampaio (Secom e ALE), tua malhação é pra isso


Premiada Debinha...merece (Sec Desenvolvimento Econômico)


Em serviço, no Sertão. Mas ele fez uma força pra falar...

Depois tem mais.....

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Futebol


Bola pro mato que o jogo é de campeonato. Esse e outros jargões aprendemos no mundo futebolístico. E na várzea a enciclopédia da bola ganha novas expressões.“Incruza cruzando”(sic), “Vai, pô, se afóça”(sic). São algumas delas que cresci ouvindo nos cafundós de minha cidade (Satuba).

Este fim de semana, fui acompanhar o jogo semifinal do torneio municipal.O América, no auge de sua tradição de 61 anos de fundação e principal clube de Satuba, disputou a partida contra o Apolônia – time conhecido por produzir ‘atletas’ mais avantajados fisicamente, aqueles do tipo que matam um boi com uma mãozada na cabeça.

Já sabem, em jogo de várzea a técnica, por vezes, é superada pela vontade. Parecia mais São João, era balão que não acabava mais. O campo cheio de buraco e desnivelado dificultava a troca de pelo menos dois passes. Tadinha da bola.

Pra animar a tarde, o banderinha (assistente do árbitro) era um show a parte. A cada marcação de falta, escanteio, impedimento, enfim, o camarada judiava da bandeirinha em punho. A flâmula cortava o vento como um facão. Era uma vontade que ele abanava aquilo...pense. Muito cômico. Ele certamente se inspirou no folclórico juiz Margarida que animou os campos brasileiros nos anos 80 e 90. Espalhafatoso como ele só.

Pois bem, depois de muito sol e correria, a partida foi decidida nos pênaltis, e o goleiro do América, Wendel, garantiu o seu time na final.

No animado jogo, revi amigos, companheiros dos tempos de boleiro. Recordei os dias que perdia meus fins de semana para me dedicar ao esporte. Perdia é forte, né. Mas quis dizer que em fim de semana de jogo, não se bebia, não se dançava, não tinha nada. Era concentração total.

Na várzea, no interior, é preciso muito mais que talento para jogar. É ter raça, sangue, envolvimento. E este ano em especial, o América precisa do título como jamais precisou. Pois como se trata de uma agremiação familiar, o seu patriarca faleceu recentemente. Lula foi um dos ícones dos zagueiros inteligentes e cultos.

Seus filhos (Thiago, Felipe e Diogo)agora estão à frente dessa paixão familiar. Como americano que sou, além de amigo pessoal de Lula e dos meninos, torço por mais essa vitória.

Domingo tem mais.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Anjos


É fim de tarde. Começo de mais uma noite fria do inverno de Maceió. Sozinho na sala, em um breve intervalo do trabalho, começo a escutar canções - as preferidas lógico. Entre elas começo a curtir Angel, de Sarah Mclachlan - aos interessados, ela está na trilha sonora de Cidade dos Anjos.

A melodia não apenas acalma, tranquiliza a tensão, mas tenta fechar os olhos. Fecha. E escuta. Muitos podem ver mil coisas na escuridão dos olhos fechados. Sinto paz. Harmonia. Sossego.

Como se não bastasse, a canção tenta descrever a nossa insana busca por tranquilidade. Aquela sensação que só a voz da intérprete permite chegar, assim como as asas de um anjo. Ela tem razão. Esperamos sempre por uma segunda chance. Uma perdida e improvável oportunidade de corrigir erros passados, ou até mesmo os presentes.

E apenas nos braços desse bendito anjo, encontramos essa saída, o equilíbrio do dever cumprido e da decisão certa. As mentiras inventadas já não mais tem validade. Um sorriso singelo e simples desmascara tudo. É em vão, as inverdades não mais fazem efeito.

Nessa noite, nos braços de algum anjo, seja qual for, nos permitimos viajar e sentir um sentimento tomando nosso corpo. Uma leve sensação de segurança nos enche. Não deixe que essa paz vá embora. Jamais se negue a sentir tal prazer, pois apenas esse anjo é capaz de trazer isso pra perto de nós.

Se esse anjo se foi, ou você ainda não o conheceu, paciência. Ele vem. Mas se ele já foi....viva em lembranças. Feche os olhos....

Aumente o som


Todo mundo tem sua série de Tv preferida, pois bem. Acabei descobrindo uma série muito legal. Glee é uma série musical produzida pela Fox. Se é um genérico do High School Music não sei, mas que a série traz música de boa qualidade, traz sim.

Os clássicos da música americana estão sempre presentes nos episódios, cantados por alunos pouco populares nas badaladas escolas americanas. É bem clichê, né. Toda escola americana tem os ‘populares, bonitos e ricos’ e os ‘feios, desajeitados e excluídos’. Porém, Glee veio mesmo para subverter essa máxima yankee.

O legal da série são as versões que eles cantam a cada apresentação do coral da escola. Desde Laddy Gaga, Bom Jovi, Ment At Work, Beatles, a música pop está sempre presente no seriado. É imperdível.

Para a galera do canal aberto, a Rede Globo adquiriu os direitos de transmissão de Glee para o Brasil.E caso, sinta curiosidade....aumente o som e prepare-se!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Você quer isso para Alagoas?


Imagine se cada matéria que fosse vinculada na mídia, o governante ligasse para a redação do jornal, da Tv, da rádio, do site, onde for, e ameaçasse o profissional de comunicação?

Outra: tente recordar uma Alagoas onde os deputados (estaduais ou federais), gestores municipais, secretários, ou quem quer que tenha porte de um revólver e seja parente de fulano de tal, todos eles fossem os senhores da vida e da morte.

O discurso e o temperamento de alguns candidatos ao governo de Alagoas, assim como em suas chapas proporcionais, assustam. Muitos prometem a segurança, mas como seria alcançada ela? Com mais violência? Com arma, tiro, tapas na cara e ameaças?

Não sou nenhum especialista em segurança, mas creio que a paz não se consegue deste modo. O caminho do bem é construído com diálogo, estratégia, distribuição de renda, inteligência. Também não farei o papel da Regina Duarte, que em 2002,dizia na propaganda presidencial tucana, que tinha medo da ascensão petista ao planalto.

Aqui é diferente. O perigo é real e concreto, quase certo. Tente imaginar também um determinado deputado estadual envolvido com crimes de mando como secretário da Defesa Social? Alagoas voltaria a ser uma terra sem lei, onde a política e o humor dos políticos determinariam onde e como atuariam delegados e policiais.

Eu não quero crer que o alagoano de verdade deseje tal sonho para seu estado. Assim como vou em defesa dos alagoanos de bem que ficaram mais uma vez envergonhados com o papel vexatório do senador Fernando Collor.

Não compartilho com suas atitudes e destemperos. Assim como milhões de alagoanos, sinto-me envergonhados e temeroso com o que vem por aí nas eleições 2010.

Abram o olho alagoanos! Enquanto ainda é tempo.