quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Até quando?


Até quando teremos um povo com tamanha ignorância? A resposta é simples. No dia em que os governantes investirem realmente em educação. Será quando todo um povo gostará de traçar livros e beber do conhecimento de um mundão que temos a conhecer. Bem, esse sonho quase impossível seria possível apenas em 50 anos quando o modo de encarar a educação mudasse hoje. Mas pelo visto, mais 50 vamos esperar por essa alteração de mentalidade.

As pessoas torcem pra dar algo errado. Vibram quando algum projeto legal dá com os burros n'água. As aves de rapina bombardeiam as ideias interessantes com olho gordo. Nossa senhora, cruz cão. Digo isso por que vejo por aí a fora, não apenas em Alagoas, mas em outros estados da federação, projetos que estão em plena execução, mas não são manchete.

No Paraná, mais da metade das escolas públicas já estão ligadas a internet, e de modo bem barato, quando Estado e municípios compartilham custos e os benefícios são as crianças tendo a interatividade como aliada no aprendizado.No Amazonas, tem biblioteca itinerante subindo e descendo o rio. Putz. Em Alagoas, investimentos na educação estão chegando, obras, empresas, gente com dinheiro no bolso, mesmo com a crise batendo na porta.

São fatos que se alastram por aí, mas ninguém vê, ou melhor, ninguém quer ver. A própria mídia só noticia se o governo, seja ele, municipal ou estadual, investe no veículo de comunicação. Certa vez ouvi de um editor meu que noticiar coisa boa de políticos não vende nada, pois se eles estão fazendo o bem, é mais que a obrigação deles. Concordo com ele, porém, quando esse benefício atinge e interfere centenas de pessoas, as páginas de jornais deveriam abrir espaço, pelo menos.

Até por que as páginas de jornais devem sim cobrar e exigir melhores condições de vida para se ganhar o pão. Mas elas não devem ser utilizadas como mecanismo de chantagem, para pedir verba ou dinheiro mesmo, ali na lata. Ai ai ai, que prática nojenta. Mas existe, e tá aí.

A Tv Alagoas por exemplo, ex-afiliada da Band, e depois SBT, em Alagoas, por anos e anos de ingerência da família que controla a emissora, perdeu anunciantes preciosos, e por isso vendeu seus horários para uma igreja evangélica qualquer. Essa venda de espaço quebrou contrato com o SBT. Fazendo com que a emissora de Sílvio Santos fosse à justiça reclamar quebra de contrato.E eles agora estão culpando o governo do Estado por se submeterem a isso.

Vergonha. Vamos nos deparar com esse tipo de coisa por muitos anos. A falta de educação, a leiguice, a ignorância dá nisso. O ser humano fica mais frágil, está mais exposto. Ficar a mercê de estelionatários, espertalhões e calhordas. Utilizando-se até da fé, eles roubam, compram terrenos no céu e mansões com seu dinheiro na praia.

A falta de leitura resulta nisso. Caos, desinformação, faz a gente cometer injustiças. É por isso que existem Bolsa Família, Bolsa Pobreza, Vale Gás, Leite, o que for. O povo é comprado. E ele mesmo se vende por não ter mais a quem recorrer. É uma lástima.

Quando a educação é negada acontece isso também. Esmolas, prostituição, assaltos. Até a falta simples de cortesia ao se pedir 'licença', furar fila, enganar, driblar, dar aquele jeitinho sujo, que o brasileiro adora dar é a ausência de cultura. Tudo isso é falta de livro nas escolas. Mas não se engane, não é uma tradição de Lula, FHC, Collor; não. É coisa de Dom Manoel, Dom Pedro I, é desde lá. Faz tempo. Até por que manejar gado sem instrução é mais fácil.

O povo sem o livro debaixo do braço é mais influenciável. É o poder da informação minha gente. A nova guerra é essa. Pela palavra, pela informação. Se preparem, fiquem em seus bankers, arrumem suas trincheiras. A guerra começou. A munição serão as letras, as páginas, os verbetes e as frases.

Vamos ler mais minha gente, se não será a primeira vítima a tombar.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O império contra ataca


Depois de uma aparente trégua de matérias, Record e Globo dão continuidade ao seu embate pelo posto de número um no país. Agora o campo de batalha é a web. Para concorrer com o portal de notícias do grupo Roberto Marinho, o G1, a Record anunciou investimento de R$ 100 milhões para construção do R7, portal de notícias do grupo de Edir Macedo.

O portal, que estreia neste domingo, 27, vai contar com pelo menos 300 profissionais, sendo que 150 são jornalistas. A alimentação de notícias do R7 será com conteúdo exclusivo das bases de Brasília, São Paulo, e Rio de Janeiro.

Só de blogueiros o portal selecionou figuras como Rubens Ewald Filho falando de cinema, claro; Oscar Schmidt, para o esporte; e demais contratados da emissora como Brito Jr., Celso Freitas, Ana Paula Padrão e a mais nova jornalista do time, Rosana Hermann. Hermann fechou nesta terça-feira, 22. E para quem não se lembra dela, Rosana fazia par com Leão Lobo, num programa vespertino na Band a pouco mais de um ano.

Querido Leitor é o blog pessoal de Rosana Hermann, confira, é bem legal. Ele ganhou o prêmio BOBs Awards concedido pela Deutsche Welle como o melhor Blog de Língua Portuguesa. Uuuuuuuuuiiiiiii poderosa.

Voltando a guerra entre as emissoras, o pessoal de conteúdo do R7 promete que de inovações o site será lotado. Veremos. Só espero que nessa guerra entre os grupos de comunicação, saia algo legal para o público. É a expectativa.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Lamentável


Teoricamente quando estamos numa profissão dois motivos nos levam a escolher tal labuta. Ou damos voz a nossa vocação ou somos forçados à seguí-la, de um modo ou de outro, seja por força da família ou por obrigação financeira. Em ambas as alternativas não quer dizer que ao seguir a escolha, tenhamos sucesso nela, e muito menos ainda dizer que a executaremos com excelência.

Convivo com jornalistas que atuam em assessoria de imprensa de órgãos e secretarias estaduais de Alagoas. Diariamente leio dezenas de textos da produção dos estimados jornalistas. E a cada dia me decepciono mais com a qualidade dos jornalistas que estão no mercado alagoano. Um estado que já produziu ícones da comunicação como Freitas Neto, Denis Agra, Márcio Canuto, e Claudio Humberto, por exemplo, hoje se depara com uma produção muito longe do ideal.

É lamentável. Sem paixões e sem necessidade de fazer média com ninguém, tenho vergonha de admitir que a qualidade do profissional que Alagoas dispõe atualmente é pífia. Existem sim exceções que se sobressaem e salvam a honrosa imprensa alagoana. A culpa não ponho nas cadeiras da academia, não. É o interesse pessoal de cada estudante, que futuramente vai atuar profissionalmente com uma base ridícula.

Se atualmente são formados 300 jornalistas, pelos menos, chuto dizer que em média menos de 20% salvam a safra. Podemos até atribuir as poucas oportunidades de mercado, mas em compensação os postos ocupados por jornalistas profissionais com longa carreira são subutilizados. Então não sei a que atribuir tamanha tragédia.

Por exemplo, testemunhei casos essa semana que me indignaram pelo total descompromisso com o jornalismo. Digo: quando recebemos uma pauta, ela é sagrada, devemos seguir e fazê-la para realizarmos nossa maior missão, informar, comunicar. Mas um determinado colega, abandonou seu posto, pois segundo ele, tinha um compromisso mais importante e deixou um assunto de apelo social importantíssimo sem nenhum colega por perto e sem qualquer aviso posterior. Ou seja, ninguém ia noticiá-lo.

A próxima acontece muito na estrutura de governos. Evento com a participação de diversas secretarias. Geralmente diversos assessores de imprensa estão presentes. Um se confia no outro para fazer a matéria para relatar o evento. Resultado: um espera pelo outro, e o outro espera pelo um.....já viu onde vai dar. Necas de texto.

Não há um respeito com o cidadão que aguarda para saber o que está acontecendo. Não um compromisso. Não há matéria. Desculpas e mais desculpas nós ouvimos todos os dias. Assessoria de imprensa é compromisso sim, com o seu patrão, mas acima de tudo com o cidadão. Pois tal informação pode e vai influenciar em sua vida a partir do que se está escrevendo.

Os problemas não param por aí. Os textos criados pelos assessores são lastimáveis. Sem informações concisas, textos mortos, cansativos, longos, truncados, sem foco e sem brilho. A edição trabalha e muito para dar um 'up' nestes textos. Os ditos 'jornalistas' nem se dão o trabalho de observar como ficou o texto após a edição. Olhar para ao menos ver onde errou e corrigir, para não persistir no equívoco.

É uma pena. Ainda bem que alguns poucos ainda realizam um trabalho legal e louvável. Tem um zelo pelo próprio nome, e querem a cada dia fazer mais e melhor. Esses não merecem o trofeu 'caneta quebrada'....terrível!!!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Outros caminhos e histórias difusas


Ontem meu primo Ewerton, vulgo Pêl, me ligou para tomar uns goles na casa dele. Esse simples gesto me jogou para tempos remotos dos anos 90 e início dos 2000. Era um período de muita ferveção, muitas festas, bebedeiras e curtição. Também sou filho de Deus e tenho muitas histórias para contar.

Claro, aqui não poderia contar cada trecho, cada episódio, cada dia. Mas a gente pode se divertir com alguns casos. Nossa turma sempre andou pelos municípios de Santa Luzia do Norte, Coqueiro Seco, Pilar, Atalaia, Rio Largo, Marechal Deodoro, Viçosa, Capela, Cajueiro e São Miguel dos Campos.

Em cada cidade dessa batíamos ponto e fizemos muitos amigos. Bons tempos. Para quem lê esse post pode estar pensando que o motivo de tamanha nostalgia era mulher, cachaça e liberdade. De modo algum, muito longe disso, e tudo isso é muito pequeno diante do sentimento que sinto quando lembro desses anos aéreos.

Amizade, companheirismo, olhos brilhando, sorrisos, apertos e abraços. Entre idas e vindas, desacordos, desavenças, lágrimas até, tudo isso pode dizer como era gostosa nossa relação. Éramos jovens demais, alguns com pouquíssima formação educacional, mas não nos diferenciávamos por isso. Éramos e ainda somos amigos. Apenas tomamos caminhos diferentes. Temos novos sonhos, e metas distintas de vida.

Antigamente, saiam dois, três, quatro carros de Satuba para ganhar o interior alagoano. Para onde tinha festa, estávamos lá. Nos divertindo e divertindo também. Fizemos amizades por todos esses lugares que passamos. Até hoje temos presença e marcas que não apagam.

Ao contrário do que dizem que amizade de mesa de bar não leva ninguém a lugar nenhum, as companhias de tantas tardes e noites de sábados duram até os dias de hoje. As tardes de domingo regadas à cervejadas e recordações da noite de balada, eram de lei.

Lembro de um bloco de carnaval fora de época que fomos acompanhar em Anadia. Onde um folclórico amigo nosso, o Mamão, uma criança enorme de 30 e poucos anos, 200 e outros quilos distribuídos em 1,85m, nos acompanhou no maior percurso de blocos que eu já vi. Mas o peso de Mamão o cansou mais cedo que nós. Também pudera, né.

Foi quando que avistei Mamão sentado num sofá, postado numa calçada de uma casa qualquer. Muito hilário, o nosso colega tinha cansado e a dona de casa muito gentil disse que numa tinha visto um homem tão grande assim, e ao invés de oferecer um simples banquinho, ofereceu o sofá de sua humilde casa.

A senhora solidária fez seus magricelos filhotes colocarem na porta de casa o sofá para o grande visitante descansar. Foi resenha pra mais de uma semana. E como é a praxe de Mamão, ele dizia.... “Vocês vão ver”.

Como se não bastasse, naquele dia eu fui confundido com um fazendeiro local, putz. Maluquice. Dois senhores e mais uma senhora, me pararam na rua dizendo que tinham ido na minha casa um dia antes e tinha bebido comigo e meu pai. Vê se pode. Enfim. Claro, então o álcool ainda tava fazendo efeito nos confusos anadienses.

Eles juravam que eu era o tal fazendeiro. Perguntavam aonde estava minha esposa, e por onde andava minha aliança. Fiquei até com medo com tamanha semelhança descrita por eles. Fui salvo por minha amiga Lidiane Andrade, que disse que estava acontecendo um grande engano, que eu era casado com ela, enfim.

Depois de despistar o trio bebum, ainda olhava para trás pensando que era maluquice da cabeça deles. Eu, heim...tem louco pra tudo. Essas foram apenas duas histórias de um domingo na companhia desses amigos que estão longe na convivência, mas andam comigo para onde eu for, pois estão em minha memória e em meu coração.

domingo, 20 de setembro de 2009

Ninguém merece....

Com fim do diploma, curso promete formar jornalista em 45 horas

Reprodução do Comunique-se.com.br (Sérgio Matsuura - RJ)

“Diploma não é necessário. Para trabalhar como Jornalista, faça um curso rápido”. É dessa maneira que a empresa Cursos 24 Horas anuncia treinamento para pessoas interessadas em trabalhar com jornalismo na Internet. Com custo de R$ 40 e duração de 45 horas, o curso promete formar “um Cyber Repórter de sucesso”.

“A queda da obrigatoriedade do diploma continua incentivando o surgimento de maus profissionais. Depois dos concursos sem exigência do diploma, agora há um site na internet oferecendo um curso completo de jornalismo online em apenas 45 horas, ou seja, menos de dois dias corridos. Um verdadeiro curso caça-níqueis”, manifestou o Sindicato dos Jornalistas do Ceará em seu site.

O supervisor de atendimento da empresa, Luiz Henrique Campos, defende o curso, afirmando que os alunos formados “têm todas as condições para trabalhar com jornalismo online”.

Campos explica que a duração de 45 horas é apenas uma estimativa, que varia de acordo com o interesse do aluno. Diz ainda que existe um professor disponível para tirar todas as dúvidas e ressalta a facilidade do curso totalmente online, que pode ser feito em qualquer horário, de qualquer lugar.

Sobre a qualidade, afirma que o curso existe desde 2003 e existem ex-alunos trabalhando na área. "Principalmente agora que não precisa mais do diploma”.

Fica a pergunta...Que tipo de profissionais se formam neste período? Responde Gilmar Mendes....

Conquistador com conteúdo


Antigamente, um humorista perguntava: "Você acha que é bonito ser feio?". Soava piadista num é. Mas segundo o ator José Mayer, o protagonista na Novela Viver a Vida, da Globo, as mulheres, ou pelo menos um seleto grupo delas, está em busca de conteúdo e não beleza. Mayer disse em entrevista que a beleza é subjetiva, pois o homem feio com conteúdo torna-se muito mais interessante que muitos galãs por aí.

Concordo com a mensagem do garanhão das novelas de Manoel Carlos. Lá nos anos 90, conheci um cara que atendia pelo nome de Charles. O camarada nunca foi um exemplo de beleza. Nunca teve braço forte, peitoral definido, cabelo liso e sorriso elegante. Não, não. Charles era cangalha (pernas arqueadas), tinha um narigão, bebum, magro como um palito, falastrão. Aí era sua arma. Ele falava pelos cutuvelos. Tinha uma lábia envolvente. E nesse conversê, ele listou as meninas mais desejadas do Vale do Paraíba, em Alagoas.

Ele fugia daquele perfil do playboy comum. O sem cabeça, sem inteligência, mas tinha dinheiro, carro do ano, que o pai pagava, irresponsável e tinha desprezo pelas mulheres. Charles não era assim. Ele tinha prazer em cortejar as meninas, sem adornos fúteis, ele fazia com quê a menina se sentisse como uma rainha. Com papo, ele chegava em qualquer alcova.

Pois é, Charles era o cara. Hoje não sei mais por onde Charles anda. A última vez que tive notícias dele foi a um ano. Soube que ele voltou a morar com a família no interior da Bahia.

Voltando para o exemplo de José Mayer, nós podemos analisar que ele é a típica vítima da fama. O ator José Mayer é casado há 34 anos com a mesma mulher. Ou seja, é um monógamo convicto e muito satisfeito. Muito diferente dos personagens pegadores do ator. Mas mesmo com o leve peso da fidelidade nas costas, o ator aconselha mesmo assim. "Para o homem que quer ser sedutor, o primeiro passo é melhorar seu conteúdo mental", disse.

Claro esse conselho serve apenas para mulheres de verdade. E não para periguetes aventureiras que se vislumbram com chave de carro, dinheiro, cerveja e status passageiro. Isso não é mulher, é pedaço de carne. E fim.

Bem, não sou nenhum personagem de Mayer, me identifico mais com o próprio ator o José mesmo. Já fui solteiro sim, e dei meus pulos, e não sinto falta de ninguém em minha lista seleta. Espero e acredito piamente que cheguei ao meu final. E como o nosso protagonista de Manoel Carlos, sou um monógamo convicto e muito satisfeito.

Mesmo assim, vale o recado. Colegas solteiros, vão ler, vão exercitar seu intelectuo. Faz bem também.Inspirem-se em no bom e velho Giacomo Casanova, que viveu entre 1725 e 1798. O cara era escritor e pegador nas horas vagas, bem...aí é outra história!!!!! Confiram a história dele no filme Casanova, onde o finado Heather Ledger o personificou. Bom filme

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O que o sonho nos dizem?


Antes de qualquer coisa, por favor gente, nem sempre o que sonhamos deve ser interpretado ao pé da letra. Tipo você sonhou morrendo afogado, quer dizer morte certa! Nada disso. Os sonhos na verdade são uma forma que nosso inconsciente tem de entrar em contato conosco, e tal diálogo é composto completamente de metáforas.


Portanto, se você aí que já sonhou alguma vez fazendo sexo com alguém conhecido, um vizinho, o colega de trabalho, enfim, qualquer transeunte, não quer dizer que você tem interesse no cidadão. Segundo o diretor da Associação Mundial de Sexologia (WAS - World Association for Sexology), Oswaldo Rodrigues Júnior, em entrevista ao Portal Ig, ele diz que, a maior parte das pessoas levam os sonhos eróticos por meio de uma conotação exclusivamente sexual, quando na verdade não o é.


Só existe este tipo de conotação se o camarada ou a donzela estiver realmente focada nisso. Oswaldo Júnior afirma ainda que nem mesmo sonhos recorrentes com sexo querem dizer sempre a mesma coisa. Ele acredita que o que deve ser analisado é o seu momento presente, o que te levou a sonhar desse jeito. Pode até ser um problema de saúde com a pessoa, pois o sexo, muitas vezes quer dizer saúde.


Outra dúvida é que se eu sonho com fulana quer dizer que quero transar com ela. Balela. Segundo Rodrigues, o inconsciente seleciona elementos em sua mente para “montar” o cenário de seu sonho de forma randômica: “Se você sonhou que estava fazendo sexo com a sua irmã isso não afirma que você tem atração por ela".


Mais aí surge um problema. Como lembrar exatamente dos sonhos. O especialista em sonhos recomenda dormir com um caderinho ao lado, para anotar seus devaneios e saber mais ou menos como decifrá-los. Contar para alguém também ajuda, pois contando, você monta uma história, constroe um enredo.


E se você sonhar com uma pessoa e for muito próxima a ela, fale e discuta, juntos vocês até poderão resolver a questão. Para interpretar seu sonho, se afaste dele, o veja com frieza e sem os ânimos e calor que o sonho envolva. Seja detalhista, observe a situação, o cenário. Roupas e móveis fazem a maior diferença.
Sonhar faz muito bem, ajuda a regular a mente e elaborar as emoções. É legal. E como já se diz, sonhar não custa nada...portanto...sonhe!!!!